Entendi que precisava de um lugar além da minha caixola para guardar

bem dobradinhos alguns contos,

alguns causos outros fatos e memórias...

Numa caixa não cabia, é preciso muito papel.

Então aqui esta bom...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Naquele dia...

Abriu os olhos e algo estava diferente. Deitada de costas olhava para o teto, era o mesmo teto, o mesmo teto que olhava sempre que abria os olhos. Despertava metodicamente. Abria os olhos, olhava o teto, suspirava, gemia, espreguiçava, resmungava, deitava de bruços e dormia até se assustar com a sensação de que havia dormido por horas mas nunca passava de um cochilo de dois minutos.
Não havia diferenças no quarto, nem em sua cama, nem em sua fisionomia no espelho, nem em suas mãos ou suas unhas ruídas. Tudo igual, porém algo havia mudado.
O ritual do desjejum seria o mesmo com pão, café e laticínios. O mesmo “bom dia” de preguiça, o mesmo “já vou”, o mesmo “vai com Deus”.
Aquela sensação não a deixou nem durante o trabalho. Tudo igual porém diferente, sua perspectiva diferente, uma sensação doce, quase um alivio. A tranqüilidade dos justos, dos que fazem a coisa certa e não se arrependem. Jamais.
Faltava algo, um estopim...
Um papel de bala no chão do ônibus dizia “dê um play em sua vida”.

O telefone tocou às 23 horas.
“está acordado?”
“estou”
“a resposta é sim”... (...)
E viveram felizes pelo o sempre que dura a felicidade...

5 comentários:

Valter disse...

blog novo biazudaaa...

Will disse...

bem parecido com minha vida...rs

Ferdi disse...

OOOOOOOOOWN, que fofura *-*
Queria acordar assim, diferente e disposta a dizer sim.

Dil Santos disse...

Oi Bia, como está menina?
Tem dia q dá uma vontade de acordar assim diferente, mas ...
rsrsrs
Temos que ser felizes mesmo, independente de tudo e de todos.

Bjo
:)

Sylvio de Alencar. disse...

Dar um play...
Pelo sempre que dura a felicidade...

Legal, Bia.